
segunda-feira, 19 de maio de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Quando eu me sento a janela
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Campeonato da lingua Portuguesa

Tiveram um longo periodo a percorrer:
26-01-2008 Publicação do 1.º teste de qualificação.
31-01-2008 Data limite para recepção do 1.º teste de qualificação.
02-02-2008 Publicação da correcção do 1.º teste de qualificação .
09-02-2008 Publicação do 2.º teste de qualificação.
Publicação do quadro das pontuações do 1.º teste de qualificação.
09-02-2008 Publicação do quadro das pontuações do 1.º teste de qualificação.
14-02-2008 Data limite para recepção do 2.º teste de qualificação.
02-02-2008 Publicação da correcção do 1.º teste de qualificação .
09-02-2008 Publicação do 2.º teste de qualificação.
Publicação do quadro das pontuações do 1.º teste de qualificação.
09-02-2008 Publicação do quadro das pontuações do 1.º teste de qualificação.
14-02-2008 Data limite para recepção do 2.º teste de qualificação.
16-02-2008 Publicação da correcção do 2.º teste de qualificação.
23-02-2008 Publicação do 3.º teste de qualificação.
23-02-2008 Publicação do 3.º teste de qualificação.
Publicação do quadro das pontuações acumuladas do 1.º e 2.º teste de qualificação.
23-02-2008 Publicação do quadro das pontuações acumuladas do 1.º e 2.º teste de qualificação.
28-02-2008 Data limite para recepção do 3.º teste de qualificação.
23-02-2008 Publicação do quadro das pontuações acumuladas do 1.º e 2.º teste de qualificação.
28-02-2008 Data limite para recepção do 3.º teste de qualificação.
01-03-2008 Publicação da correcção do 3.º teste de qualificação 08-03-2008.
Publicação do quadro das pontuações acumuladas do 1.º, 2.º e 3.º teste de qualificação
Apuramento e convocatória dos finalistas para a Grande Final.
12-04-2008 Grande Final no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém.
Depois deste longo periodo:
Foi no passado Sabádo que se realizou a finalíssima do campeonato da lingua portuguesa
E os vencedores foram:
Menores de 15 anos
1.º Classificado - Sofia Silva
2.º Classificado - Ricardo Correia Magalhães
3.º Classificado - João Rebelo Pires.
Entre os 15 - 18 anos
1.º Classificado - Gonçalo Simões
2.º Classificado - Pedro Carretas
3.º Classificado - Filipe Gomes.
Maiores de 18 anos
1.º Classificado - António Pascoalinho
2.º Classificado - Manuel Vaz Sousa
3.º Classificado - Manuel Dias Lopes.
Que ganharam como premio:
1º Classificado – Egipto com visita à Biblioteca Alexandria
2º Classificado – Londres com visita à terra de Shakeaspeare
3º Classificado – Madrid com o percurso de Dom Quixote de La Mancha
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Poesia
A poesia, ou género lírico, ou lírica é uma das sete artes tradicionais, através da qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos. O sentido da mensagem poética também pode ser importante (principalmente se o poema for em louvor de algo ou alguém, ou o contrário: também existe poesia satírica), ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético.
Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal).
A poesia, no seu sentido mais restrito, parte da linguagem verbal e, através de uma atitude criativa, transfigura-a da sua forma mais corrente e usual (a prosa), ao usar determinados recursos formais. Em termos gerais, a poesia é predominantemente oral - mesmo quando aparece escrita, a oralidade aparece sempre como referência quase obrigatória, aproximando muitas vezes esta arte da música.
Ó mar salgado, quanto do téu sal
São lâgrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar !
Valéu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo déu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal).
A poesia, no seu sentido mais restrito, parte da linguagem verbal e, através de uma atitude criativa, transfigura-a da sua forma mais corrente e usual (a prosa), ao usar determinados recursos formais. Em termos gerais, a poesia é predominantemente oral - mesmo quando aparece escrita, a oralidade aparece sempre como referência quase obrigatória, aproximando muitas vezes esta arte da música.
Ó mar salgado, quanto do téu sal
São lâgrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar !
Valéu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo déu,
Mas nele é que espelhou o céu.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
A disciplina
Resumo de Falar Verdade a Mentir

A peça conta a história de dois criados, José Félix e Joaquina, que se vão casar. Joaquina veio com os seus patrões do Porto para Lisboa, onde vive José Félix, o que lhes deu a oportunidade de estarem juntos.
Joaquina revela então a José Félix que Amália, a filha do seu amo, prometeu-lhe que lhe iria dar um dote de cem moedas quando se casasse. Mas Joaquina disse que havia um problema: Duarte, o noivo de Amália, era um mentiroso compulsivo, e o pai de Amália (Brás Ferreira) disse-lhe que se o apanhasse numa mentira, acabava com o seu casamento. Interessado no dote, José Félix disse a Joaquina que tinham que dizer isso a Duarte, pois senão ele iria ser apanhado, o casamento iria ser cancelado e Joaquina nunca receberia o dote de Amália. Mas demasiado tarde! Duarte já tinha começado a contar mentiras ao pai de Amália, que após algumas histórias extraordinárias, começou a desconfiar dele.
Quando Amália finalmente contou as exigências do seu pai a Duarte, este ficou muito baralhado, e começou a confundir as suas mentiras. Numa tentativa de socorrer Duarte, José Félix, fez-se passar por pessoas que Duarte mencionara nas suas mentiras, como por exemplo Tomás José Marques e Milorde Coockimbrook. Mas no fim do dia, o pai de Amália descobriu que o seu futuro genro tinha mentido, apesar das suas mentiras terem acabado por ser verdade. Como agradecimento pela sua ajuda e pela "lição" que ele lhe deu, Duarte oferece um saco de dinheiro a José Félix. Com o "vício" de Duarte emendado e com o desejo de José Félix pelo dinheiro, satisfeito, a peça acaba com um final feliz.
Joaquina revela então a José Félix que Amália, a filha do seu amo, prometeu-lhe que lhe iria dar um dote de cem moedas quando se casasse. Mas Joaquina disse que havia um problema: Duarte, o noivo de Amália, era um mentiroso compulsivo, e o pai de Amália (Brás Ferreira) disse-lhe que se o apanhasse numa mentira, acabava com o seu casamento. Interessado no dote, José Félix disse a Joaquina que tinham que dizer isso a Duarte, pois senão ele iria ser apanhado, o casamento iria ser cancelado e Joaquina nunca receberia o dote de Amália. Mas demasiado tarde! Duarte já tinha começado a contar mentiras ao pai de Amália, que após algumas histórias extraordinárias, começou a desconfiar dele.
Quando Amália finalmente contou as exigências do seu pai a Duarte, este ficou muito baralhado, e começou a confundir as suas mentiras. Numa tentativa de socorrer Duarte, José Félix, fez-se passar por pessoas que Duarte mencionara nas suas mentiras, como por exemplo Tomás José Marques e Milorde Coockimbrook. Mas no fim do dia, o pai de Amália descobriu que o seu futuro genro tinha mentido, apesar das suas mentiras terem acabado por ser verdade. Como agradecimento pela sua ajuda e pela "lição" que ele lhe deu, Duarte oferece um saco de dinheiro a José Félix. Com o "vício" de Duarte emendado e com o desejo de José Félix pelo dinheiro, satisfeito, a peça acaba com um final feliz.
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